Scoliosi congenite: trattarle come le idiopatiche?

radiografie pazienti scoliosiLe scoliosi congenite rappresentano un piccolo sottogruppo di scoliosi dovuta a un difetto di formazione delle vertebre durante la vita intrauterina. I difetti di formazione possono essere variabili: a volte a un certo livello della colonna si trova una mezza vertebra, fatta a cuneo (emispondilo), altre volte si possono trovare più vertebre fuse insieme a formare un osso unico, in altri casi vi può essere un condizione mista. Anche i livelli interessati possono variare, con la deformità localizzata in uno solo o in più punti della colonna. L’evoluzione delle scoliosi congenite è piuttosto variabile: la presenza di emispondili è normalmente associata a un rischio di progressione maggiore rispetto alle altre tipologie, ma molto dipende dall’equilibrio complessivo della colonna. Se la colonna ha un suo equilibrio il rischio di progressione è inferiore. Inoltre, frequentemente i tratti della colonna che si incurvano maggiormente non sono quelli interessati dalla malformazione congenita, ma i tratti adiacenti.

Dal punto di vista del trattamento, le scelte per le scoliosi congenite sono per certi versi simili a quelle della scoliosi idiopatica, a parte forse per gli esercizi, che da soli hanno un beneficio limitato, mentre sono un complemento indispensabile al trattamento con il corsetto. Quest’ultimo, modificando le forze di crescita, consente di ridurre il progredire della deformità nei tratti scoliotici, determinando una migliore crescita della parte meno sviluppata (se presente) ed una minore in quella già troppo sviluppata. Inoltre a volte si osservano correzioni sulle vertebre adiacenti, con deformazione compensativa delle ossa inizialmente normali. Inoltre può garantire un buon equilibrio dei tratti adiacenti, permettendo di arrivare a fine crescita con una colonna in equilibrio, evitando quindi lo sviluppo di pericolosi compensi. La chirurgia per le scoliosi congenite viene applicata a volte molto precocemente in caso di presenza di emispodili, e si basa sulla rimozione degli stessi per prevenire o limitare la progressione, fermo restando che nei casi gravi si ricorre comunque all’artrodesi, cioè al blocco di tutte le vertebre mediante strumentazione metallica. L’obiettivo dell’emispondilectomia (rimozione della singola vertebra cuneizzata) è quello di permettere alla colonna di poter crescere diritta senza bisogno di altri trattamenti (che siano corsetti o ulteriori interventi), ma i risultati a lungo termine ancora non ci sono per giustificare la correttezza di questa teoria. Questo intervento viene teorizzato soprattutto nei bambini più piccoli entro i due anni di vita, quando ancora non si sono sviluppati compensi nelle vertebre vicine.

Puoi trovare questo articolo sulle scoliosi congenite anche sul blog della scoliosi e commentarlo, rivolgendo domande agli esperti di ISICO.


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Scoliosi congenite: trattarle come le idiopatiche?

radiografie pazienti scoliosi

Escolioses congênitas representam um pequeno subgrupo de escoliose, devido a um defeito na formação das vértebras ainda no útero materno. Os defeitos de formação podem variar: às vezes, em algum nível da coluna é a metade de uma vértebra, com a cunha (hemivertebra – metade da vértebra), outras vezes você pode encontrar mais vértebras fundidas que formam um único osso, em outros casos, pode haver um estado misto. Também os níveis podem variar, com a deformidade localizada em um ou mais pontos da coluna. A evolução da escoliose congênita é bastante variável: a presença de hemivertebra é normalmente associada a um maior risco de progressão do que os outros tipos, mas depende muito do equilíbrio total da coluna. Se a coluna tem um equilíbrio o risco de progressão é menor. Além disso, muitas vezes as vértebras afetadas da coluna não são as únicas afetadas pelas malformações congênitas, mas as seções adjacentes.

Do ponto de vista do tratamento, as opções para a escoliose congênita são em alguns aspectos semelhantes aos da escoliose idiopática, exceto talvez para os exercícios fisioterapeuticos específicos, que por si só têm um benefício limitado, enquanto eles são um complemento indispensável ao tratamento com o colete ortopédico. Este último, através da alteração das forças de crescimento, reduz a progressão de deformidades escolióticas que conduz a um melhor crescimento da parte menos desenvolvida (se estiver presente) e um menor, nas que já desenvolveram. Também observou-se, por vezes, correções de vértebras adjacentes com compensação de deformação óssea inicialmente normal. Além disso pode fornecer um bom equilíbrio às seções adjacentes, permitindo chegar ao fim do crescimento com uma coluna em equilíbrio, evitando assim o desenvolvimento de compensações perigosas. A cirurgia para escoliose congênita é aplicada a tempos muito precocemente, em caso de presença de hemivértebra, e baseia-se na remoção do mesmo para impedir ou limitar a progressão, sendo entendido que nos casos graves recorre-se ainda à artrodese, ou seja, bloqueiam-se todas as vértebras do bloco envolvido com materiais metálicos. O objetivo da remoção da única vértebra em cunha é permitir que a coluna seja capaz de crescer na posição vertical, sem a necessidade de outros tratamentos (que são os coletes ortopédicos) ou outra intervenção, mas os resultados a longo prazo ainda necessitam justificar a exatidão desta teoria. Esta cirurgia é teorizada principalmente em crianças menores, nos dois primeiros anos de vida, quando ainda não desenvolveram a compensação em vértebras vizinhas.

Você pode encontrar este artigo no site do blog da escoliose e comentar sobre ele, fazendo perguntas aos especialistas do ISICO.